Minha colega de trabalho me odeia

Minha colega de trabalho me odeia

Foto: Dreamstime

Se você não consegue lidar com situações profissionais desagradáveis como, por exemplo, comentários ácidos, fofoca, implicância, olhares tortos e sem explicação, saiba que tudo isso é muito comum em ambientes de trabalho onde alguns funcionários não estão se dando muito bem.

É claro que essa não é a melhor postura a tomar, mas é difícil escapar de, pelo menos, uma dessas situações. O que especialistas aconselham é que a "vítima" desse cenário analise se tudo não passa de uma simples implicância. Nesse caso, o ideal é procurar manter-se flexível e paciente. Mas, se realmente estiver afetando a qualidade do seu serviço, você pode optar por conversar diretamente com a pessoa ou, em último caso, procurar o seu superior para tratar sobre o assunto.

O problema é que, no ambiente profissional, a prioridade deve ser o trabalho bem feito e não problemas emocionais mal-superados. Certos tipos de comportamento podem trazer problemas não só para quem o pratica, mas para todo um grupo de pessoas.

Como agir?

Tenha uma conversa franca, mas delicada, explicando o que incomoda e perguntando quais as dificuldades em fazer o trabalho. Se não resolver, foque nos seus deveres profissionais. Avalie a necessidade real de conversar com o chefe ou departamento de Recursos Humanos da empresa sobre o colega de trabalho. Irresponsabilidade com prazos, mentiras, atitudes racistas ou muito radicais podem ser motivos sérios que justifiquem a atitude.


Evite enfrentar ("bater de frente") ou competir com o colega de trabalho. Isso só gera atritos que vão virando uma bola de neve. Fofocar ou ajudar a espalhar boatos. Além de não ser construtivo só vê um dos lados da história, fique de fora. Aprenda a expor o que realmente está acontecendo de maneira objetiva, seja direta e exercite a sua sensibilidade para saber quando calar.

Respeito e humildade valem para chefes, colegas, parceiros, fornecedores e subordinados. Todo mundo gosta de ser bem tratado. Pense nisso.

Por Livany Salles

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