Estresse ruim e estresse bom

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Sempre ouvimos falar que o estresse é muito prejudicial a saúde. Mas, será que existe o estresse bom? Para o consultor em Gestão de Pessoas, Eduardo Ferraz, é possível ser uma pessoa estressada, e feliz. Na sua visão, existem dois grupos de estressados: os funcionais (produtivos) e os disfuncionais (destrutivos).

Ele explica que ambos apresentam características comuns: impaciência, ansiedade e hiperatividade. "Entretanto, os funcionais usam esta energia para produzir resultados, pois são também exigentes, pontuais, dedicados e, principalmente, têm plena consciência que é muito difícil para as outras pessoas conviverem com alguém com tanta energia". Já os disfuncionais costumam ser insensíveis, egoístas e podem até ser tiranos quando estão no poder.

Pessoas que gostam de desafios, sentem prazer em resolver problemas, de arrumar o que fazer, são consideradas produtivas. Segundo o consultor, a tensão criativa faz parte do dia a dia dessas pessoas. Porém, é preciso tomar cuidado para que alguns efeitos colaterais não prejudiquem o desempenho, tais como o excesso de trabalho, a dificuldade em se relacionar e correr riscos de acidentes. Além disso, "ser competente não dá a ninguém o direito de se tornar grosseiro ou desrespeitoso. Isto é sinal de falta de educação, não de muito estresse", afirma.


Por fim, o especialista alerta que a maioria das pessoas não consegue acompanhar o ritmo do estressado, ou seja, que possui alto grau de exigência, trabalha muito e pensa demais. "Não é certo ou errado ser estressado. Se você gosta de rapidez, desafios, e dinamismo, ótimo! Vá atrás de uma empresa que lhe ofereça muito trabalho, prazos curtos, metas difíceis e pague bem por isso", finaliza.

Por Lívany Salles

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