E se você fosse o seu próprio coach?

Hoje em dia, vemos um número crescente de profissionais procurarem o trabalho de um coach para impulsionar sua carreira. É ótimo que isso aconteça, pois mostra que as pessoas estão investindo seriamente no autoconhecimento, autodesenvolvimento e conquista de objetivos, os grandes ganhos que esse trabalho pode trazer.

Acho até que deveríamos fazer coaching pelo resto da vida. E por que não? Autoconhecimento e autodesenvolvimento não têm fim, pois sempre haverá novas facetas para conhecermos em nós mesmos e competências para desenvolver.

Os objetivos também não se esgotam, pois conforme alcançamos um já o substituímos por outro. Aliás, se a vida não tiver esse movimento, que graça haverá em viver, não é? Agora, não estou sugerindo que você faça um contrato vitalício com um coach. Isso nem é necessário, penso eu.

Minha ideia é que você use uma das ferramentas desse trabalho - as perguntas - para continuar se desenvolvendo. Acredito que as perguntas são essenciais para o nosso equilíbrio nessa vida louca que levamos hoje em dia. Se deixarmos, a correria cotidiana nos coloca no piloto automático e começamos a fazer coisas sem nem saber por quê.

Daí a importância de nos questionar constantemente - questionar para onde vamos, o que queremos, o que estamos fazendo conosco. O objetivo de fazer perguntas não é propriamente obter respostas, e sim voltar a atenção para nós mesmos.


Cultive o hábito de questionar-se em todos os momentos da vida, todos os dias até. Isso o levará a refletir sobre os rumos que tem seguido até agora, o que está dando certo, o que não está dando e o que pode ser mudado. As perguntas, como um auto-coaching, poderão trazer grandes insights para sua vida profissional.

Pense nisso!

Colunista do Vila Sucesso e Vila Equilíbrio, Leila Navarro é palestrante motivacional e comportamental, além de ser empresária e Presidente do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Capital Humano.

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