Cartões à mão, uma marca de elegância!

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Hoje temos todo tipo de tecnologia literalmente a mão para nos comunicarmos permanentemente, como celular e e-mail. Mas nada me tira da cabeça que um cartão pessoal, escrito à mão é, além de mais simpático, infinitamente mais íntimo e elegante. Aliás, a mensagem e o momento adequado para mandar um cartão podem ser muito mais importantes do que formato, tipo de papel, impressão etc.

Um cartão simples em papel branco ou creme é o mais correto. Se quiser ter um jogo com seu nome impresso no centro, basta nome e sobrenome. Não é necessário colocar endereço, telefone, e-mail etc. Esse é seu cartão pessoal e não seu currículo. O máximo que você pode fazer é usar um cartão duplo em formato um pouco maior, de aproximadamente 10 x 6 cm, para escrever a mensagem na parte de dentro.

Casamentos - essa é uma ocasião em que e-mail não resolve. Você vai mandar um presente e com ele seu cartão. E capriche nas palavras: escreva o nome do noivo e da noiva, “Márcio e Ana, desejamos a vocês...” jamais use o comercial “aos noivos”.

Em nascimentos - se não for íntimo/a, realmente não é o caso de visitar na maternidade e, no caso de relacionamentos profissionais, muito menos em casa. Assim, um cartão (acompanhado ou não de uma lembrança para a criança e/ou uma bonita lata de biscoitos) é muito mais pertinente.

Agora, se você foi avisado é porque o consideram íntimo e/ou muito querido. Portanto um telegrama ou e-mail não é suficiente. Será necessária uma pequena lembrança para o bebê acompanhada de um cartão com palavras carinhosas e otimistas sobre o futuro da criança.

Aniversários - são datas importante para quem gosta de comemorar. E um cartão caprichando na mensagem pode muitas vezes substituir o presente. Principalmente se você não for muito íntimo e não houver uma comemoração. Apenas se ligue para não fazer piadinhas com idade: afinal, esse tipo de coisa, nem sempre é bem vinda…

Cartões valem também para agradecimentos em geral. Você foi a uma festa ou mesmo uma pequena reunião na casa de alguém e estava uma delícia. Embora um telefonema no dia seguinte seja super simpático e suficiente, agradecer por escrito além de ser mais elegante vai identificá-lo de maneira única e de forma muito mais concreta do que palavras, muitas vezes perdidas por provedores ou em linhas de celulares, sujeitas a todo tipo de interferência.

Jornalista, escritora e palestrante, Claudia Matarazzo é autora de vários livros sobre etiqueta e comportamento: “Visual, uma questão pessoal”, “Negócios Negócios - Etiqueta faz parte”, “Amante Elegante - Um Guia de Etiqueta a Dois”, "Casamento sem Frescura", "net.com.classe", "Beleza 10", "Case e Arrase - um guia para seu grande dia", "Gafe não é Pecado" e "Etiqueta sem Frescura"
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