5 dicas para fugir de estereótipos no trabalho

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Minhas caras, você que eventualmente possa ser uma jovem empreendedora (ou empreendedora dentro da empresa onde é contratada) já deve ter lido ou escutado algumas críticas a respeito dos resultados relacionados à inserção dos profissionais menos maduros em posições de destaque ou liderança.

Alguns chamam de "juniorização", outros de "infantilização executiva", e por ai vai. É minha amiga, ninguém nesta terra é unanimidade e nem tão pouco está livre de enfrentar oposição e contrapontos. Não se irrite, trata-se de um fenômeno natural e talvez até saudável (e esteja certa de que nenhuma geração esteve - ou estará - livre de enfrentar isso). Afinal de contas é diante deste tipo de adversidade e algumas ressalvas lançadas nos nossos caminhos que nos forjam a seguir adiante mais preparados, com mais maturidade e profissionalmente mais consistentes.

Sim, a vida no trabalho (seja você a dona da empresa ou a funcionária dela) é darwiniada.. Jovens, maduras e muito maduras estarão sempre lutando para provar o seu valor. E isso é bom.

Contudo, alguns cuidados podem blindar a sua atuação de preconceitos (ou legítimos conceitos, vai depender de você) garantindo o reconhecimento merecido, independentemente da sua idade biológica.

Vamos lá:

1. Jamais, em hipótese alguma, por mais dotada que seja da mais extrema autoconfiança, atue como se fosse a dona da verdade. Aprenda desde cedo a dialogar e a considerar pontos discordantes. Se você é mesmo tão autoconfiante, não se importará em voltar atrás e admitir estar errada;

2. Não seja bitolada. Por maior que seja a sua conexão e imensa familiaridade com o mundo tecnológico e por mais que a tecnologia esteja inserida na nossa vida empresarial e cotidiana, o mercado não vive só de empresas de base tecnológica. Não caia nessa. Sempre precisaremos de açougues; hotéis; empresas de energia; agronegócio; empresas de limpeza; padarias; lojas de roupas, eletrodomésticos e outros produtos de varejo; escritórios de advocacia; empresas de consultoria especializada; empresas de navegação; lojinhas ou lojonas de artesanato etc, etc, etc (prometo rever esse texto no dia em que for possível nos alimentarmos em uma refeição via wi fi);

3. Aprenda a conviver e a respeitar (para ser respeitada e receber a mesma boa vontade de convivência) os profissionais mais maduros independentemente da idade que carregam. Eles não são carcaças que devem ser descarregadas no primeiro ferro velho. Sim eles podem ensinar muito e com uma convivência sadia, aprender com você também. Pode ser duro encarar isso, mas o mundo não começou com você.

4. Aprenda a valorizar conceitos e práticas que são atemporais. São algumas coisinhas que faziam a diferença no antigo Egito, valiam muito durante o império romano, ajudaram Israel a se tornar em um dos maiores berços de inovação do mundo moderno e quase sempre representa a diferença entre o fracasso e o êxito em empresas que se lançam em mares desconhecidos. A saber: planejamento minucioso; disciplina na execução das atividades; papeis e responsabilidades bem esclarecidas, e rigorosa organização;

A lista é grande, mas acho que aqui abordamos o essencial.

Boa sorte e até a próxima

Gustavo Chierighini, fundador da Plataforma Brasil Editorial, empresa que atua como uma agência independente na produção de conteúdo e informação.

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