Escova definitiva

Escova definitiva

Nem mesmo a polêmica do formol fez com que as brasileiras desistissem de alisar os cabelos. Depois do boom da escova progressiva e definitiva, a fiscalização ficou maior. Por este motivo, atualmente é mais fácil encontrar produtos que agridem menos os cabelos, pele e couro cabeludo.

Quando você for ao seu cabeleireiro sempre peça a embalagem do produto e veja as substâncias. Lembrando que toda a fórmula cosmética deve ter registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

Existem três ativos em produtos para alisamento aprovados pelo órgão. Eles aparecem nas fórmulas das grandes marcas. Cada um é indicado para determinado tipo de cabelo. São eles:

Hidróxido de sódio - abre as cutículas, penetra no córtex e altera a forma do cabelo, super forte e tem eficiência máxima. Só pode ser usado por profissionais que entendem do assunto, pois pode causar queimaduras no couro cabeludo.

Hidróxido de guanidina - tem a mesma função, só que é mais suave.

Tioglicolato de amônia - amolece a fibra capilar para deixá-la ser moldada. Seu alisamento tem eficiência moderada. Também exige que um bom profissional utilize o produto, pois pode irritar a pele.

Conforme o cabeleireiro Cássio Morais, do espaço feminino Pink Chic, a vantagem da escova definitiva é que o cabelo fica liso apenas secando, sem precisar da chapinha, porém é mais agressiva que os outros métodos.

“A escova definitiva é melhor para cabelos naturais crespos, ondulados e cacheados, mas que não tenham sofrido colorações ou descolorações. Mesmo assim, sempre é necessário analisar o fio antes do procedimento”, explica.

Caso o cabeleireiro indique esse método, você deve ter em mente que a raiz crespa e ondulada volta à medida que os fios crescem. A maioria dos produtos pede que o cabelo não seja lavado nem preso por três dias.

“O ideal é que você seja fiel ao que o ser cabeleireiro indica, pois os produtos profissionais são mais eficientes e deixam os cabelos mais hidratados. O profissional indicará a linha adequada para fazer a manutenção em casa”, completa o cabeleireiro.

Por Juliana Lopes

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