Mitologia de Gêmeos

Todos os irmãos presentes no universo mítico podem ter analogia com este signo, como Cástor e Pólux; Prometeu e Epimeteu; Caim e Abel; Osiris e Seth. A história de Castor e Pólux , os irmãos que deram o nome à constelação de Gêmeos, ilustra as características deste signo.

Castor é filho de um mortal, e Pólux é filho de Zeus. Castor era guerreiro, forte e impositivo; Pólux era músico, delicado e sensível.

Brigavam muito, até que Castor envolvido numa batalha com outros gêmeos morreu. O irmão divino, Pólux, implora ao pai - Zeus - que devolva o irmão morto à vida.

Zeus faz um acordo: não pode simplesmente devolver um homem morto à vida, porque Hades, o deus do mundo subterrâneo, reclama a alma, e uma vez que alma vai para o mundo subterrâneo, não pode mais voltar.

Zeus e Hades fazem um trato, pelo qual os gêmeos podem viver um dia, cada um, alternadamente, no reino de Hades e nos domínios de Zeus: assim, enquanto Castor estivesse vivo, Pólus desceria ao reino inferior, invertendo-se as posições no dia seguinte.

Eles não podem estar no mesmo lugar, ao mesmo tempo. Enquanto um existe no mundo divino, o outro vive as dificuldades e as alegrias da vida terrena. Dia após dia, eles trocam de lugar.

Em Gêmeos há um profundo anseio pela reunião dessas duas metades, partes de um todo indissociável.

Há também o mito de Hermes, que está associado a este signo. Hermes era o filho mais inteligente de Zeus. Era andrógino e possuía astúcia, inteligência e inventividade, e o poder de tornar-se invisível e de viajar por toda a parte (o "mensageiro dos deuses" ).

Isabel Mueller é astróloga, escritora e poeta. Trabalha com Astrologia desde 1992, dá cursos e palestras e atende a consultas de Mapa Astral, Trânsitos, Revolução Solar e Sinastria. É formada em Psicologia, integrante do Nears (Núcleo de Estudos Astrológicos do Rio Grande do Sul), do Conselho Deliberativo da CNA (Central Nacional de Astrologia). Autora dos livros de poesias "Céu da Boca" e "Alumbramento". contato@isabelmueller.com.br

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