Videogame no tratamento médico

Videogame pode ser tratamento médico

foto: divulgação

O videogame com controles sem fio e comandos sensíveis aos movimentos do corpo além de se tornar uma alternativa contra o sedentarismo ainda conta como uma opção de reabilitação de pacientes que sofreram alguma lesão física ou cerebral.

Alguns jogos são amplamente recomendados por médicos e fisioterapeutas para reabilitação de jovens a idosos com problemas vasculares, degenerativos ou lesões após acidentes, pois esses jogos trabalham movimentos, coordenação motora, equilíbrio e memória.

Esse tipo de videogame é considerado por muitos especialistas uma terapia complementar, que deve ser feita em conjunto com a fisioterapia e outros tipos de estímulos.

Games como Wii (da Nintendo), Xbox (da Microsoft) e PlayStation (da Sony) também ajudam a recuperar movimentos perdidos ou prejudicados e melhoram a destreza, a coordenação motora, a velocidade e a concentração.

Existem muitos jogos de lógica e esportes, como tênis, boxe e arco e flecha, este que ajuda principalmente os portadores de Mal de Parkinson, pois melhora a concentração e o controle dos tremores.

O videogame acaba sendo uma prova para ver se o paciente melhorou o desempenho, o que pode ser visto por números e pontos. É uma forma de mensurar a atividade e aumentar o grau de dificuldade.

Mas é importante ressaltar que o acompanhamento profissional é importante para que o paciente faça o exercício da forma correta, lembrando também que aquele período é de tratamento, não só de recreação.


Para jogar em casa, sozinho, o paciente precisa ter a garantia de que não há riscos e que a família pode ajudar. A ideia de alguns hospitais é trazer este tipo de tratamento alternativo para alguns pacientes. O Hospital Albert Einstein, em São Paulo, por exemplo, pretende adequar um espaço destinado aos equipamentos. E a atividade com os videogames poderá até ser realizada em grupo, o que significa um ganho motivacional, de socialização entre os pacientes.

Por Jessica Moraes

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