Sedentarismo mata mais que obesidade

Estudos mostram que um gordinho ativo é mais saudável que um magro sedentário
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foto: Shutterstock

Você sabia que o número de mortes relacionadas ao sedentarismo é duas vezes maior do que as ligadas à obesidade? É o que aponta um estudo feita na Universidade de Cambrigde, na Inglaterra. 

Outro estudo publicado no periódico British Journal of Sports Medicine levanta que o sedentarismo pode ser o principal fator de risco ao coração da mulher, elevando as chances de uma doença cardíaca de forma mais intensa do que tabagismo, obesidade e a hipertensão, por exemplo.


Deu para perceber que não adianta ser magra se o seu hábito de se exercitar é nulo. Muitas pessoas ainda acreditam que o único benefício de praticar exercícios é perder peso. No entanto, as pesquisas indicam que pessoas, magras ou obesas, que não praticam atividades físicas, têm mais chances de desenvolver doenças cardiovasculares.

Por isso que é surpreendente quando se fala em “obesidade metabolicamente saudável”, ou seja, os exames laboratoriais de uma pessoa obesa está dentro dos padrões, não apresenta diabetes, hipertensão, entre outros problemas de saúde, já que são obesos ativos, mantendo um peso que não sobrecarrega as articulações e possuem um estilo de vida mais saudável com a prática de exercícios físicos.

Já uma pessoa magra que vive sentada na frente da TV ou do computador, não caminha, não corre, não se movimenta e come besteira o dia todo têm muito mais chances de apresentar um exame laboratorial mais preocupante, com os níveis de colesterol ruim mais altos, além do risco de diabetes e outras doenças.

Procure adotar um estilo de vida saudável, mas não só na alimentação. Praticar qualquer tipo de atividade física traz uma série de benefícios, entre eles a melhora da resistência do seu corpo, que te deixa mais disposta e com menos cansaço no dia a dia; a melhora do humor e diminuição do estresse;  a melhora da coordenação motora e, claro, a diminuição do risco de doenças, principalmente doenças cardiovasculares.

 Por Jessica Moraes

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