Problemas auditivos, como tratar

A Organização Mundial da Saúde estabelece um limite de 55 decibéis como um som confortável, mas, na capital paulistana, por exemplo, isso é quase impossível de se desfrutar. Buzinas de carros e caminhões, aviões pousando e decolando, além de obras em vários lugares tornam São Paulo entre as metrópoles mais ruidosas do mundo.

Katya Freire, fonoaudióloga e consultora da fabricante de aparelhos auditivos GN ReSound explica que “os níveis de pressão sonora elevados prejudicam a audição. Isso estará diretamente relacionado com o tempo de exposição ao ruído que a pessoa está sem proteção auditiva e o nível de pressão sonora do ambiente que ela está exposta”.

A dica da fonoaudióloga é primeiramente procurar um otorrinolaringologista aos primeiros sinais de problemas auditivos. Ele poderá diagnosticar o que está acontecendo. De acordo com o diagnóstico, o médico poderá prescrever uso de tampão, de cirurgia ou de aparelhos auditivos.

“Os aparelhos auditivos evoluíram de maneira significativa, tanto em tecnologia quanto em design, e hoje podem ser encarados como um acessório, assim como os óculos”, acrescenta a consultora da GN ReSound.

Por preconceito ou falta de conhecimento da tecnologia disponível no mercado, muitas pessoas acabam tendo uma qualidade de vida insatisfatória, o que poderia ser revertido se, ao menos procurassem ajuda, consultando um médico otorrinolaringologista e uma fonoaudióloga, a fim de verificar qual seria o melhor aparelho auditivo para o seu caso.

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