Pesquisa afirma que 75% das mulheres sofrem de dor de cabeça

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O Grupo Sanofi encomendou pesquisa à plataforma web do IBOPE Inteligência, divulgada recentemente, segundo a qual 75% das mulheres sofrem de dor de cabeça, sendo mais comum entre as mais jovens, atingindo 78% delas. A dor de cabeça, junto com a cólica, são as dores mais presentes no universo feminino.

A enxaqueca pode apresentar-se apenas na fase pré-menstrual ou durante a menstruação. Muitas mulheres têm enxaqueca durante todo o mês, mas pioram nesta fase. Outras têm dor apenas neste período do mês. É comum haver crises intensas, refratárias aos medicamentos usados habitualmente e "indo e vindo" ao longo de vários dias.

Deve-se tratar as crises de forma objetiva e eficaz, para que não perdurem por várias horas ou dias, e preveni-las com o uso de drogas tomadas ao longo de todo o mês ou apenas nas fases pré e durante a menstruação (naquelas que revelem dor restrita a esse período).

Muito se tem especulado a respeito do uso de pílulas anticoncepcionais e piora da dor menstrual. Pacientes que iniciam crises de enxaqueca após começar o uso de anovulatórios tendem a piorar da dor quando suspendem a ingestão da pílula no fim da cartela.

Esta piora deve-se à queda mais acentuada de fração do hormônio estrogênio, que, fisiologicamente, tem o seu nível sanguíneo diminuído com a proximidade da menstruação.

Em certas ocasiões, recomenda-se inclusive a suspensão do uso do anticoncepcional nos casos de piora acentuada da dor. Em outros, que demandam a sua utilização, recomenda-se o uso contínuo da pílula, sem a interrupção no fim do ciclo menstrual para evitar a queda do nível estrogênico.

Hábitos muito comuns, como consumo excessivo de café, bebida alcoólica e longos períodos de jejum também favorecem a doença.


Por VilaMulher

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