Não posso tomar pílula anticoncepcional, e agora?

Métodos contraceptivos para quem não pode tomar pí

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Apesar de práticas e eficazes, as pílulas anticoncepcionais não podem ser consumidas por todas as mulheres.

Fumantes, hipertensas, obesas, diabéticas, com problemas nos rins ou no fígado, com varizes e doenças cardíacas. Esses são alguns exemplos do chamado grupo de risco e que devem passar longe desse método anticoncepcional.

Isso porque o uso prolongado da pílula em grupos de risco pode acarretar o desenvolvimento de trombose, AVC, embolia pulmonar e outros problemas de saúde graves.

Se identificou? Não se preocupe. Há outros métodos contraceptivos que também podem servir para você. Conheça alguns deles:

Camisinha: além de evitar uma gravidez indesejada, a camisinha também evita as doenças sexualmente transmissíveis. Também há a versão feminina, que não é tão comumente utilizada, por não ser tão fácil de ser colocada quanto é a camisinha masculina, mas é tudo uma questão de costume.

DIU: abreviação para Dispositivo IntraUterino, o DIU não libera hormônios como as pílulas, o que o torna ótimo para quem sofre com efeitos colaterais. Pode durar até 10 anos e, por ser algo interno e que fica 24 horas por dia com a mulher, é necessário um cuidado maior (do mesmo jeito que com absorventes internos). Se não tiver uma boa higiene, o DIU pode causar infecções que podem passar para o útero e para o abdomen. Vale lembrar que também existe a versão com hormônio.

Diafragma: funciona como uma camisinha e deve ser colocado antes da relação sexual. Recomenda-se também o uso concomitante com algum produto espermicida.

Se você é do time de mulheres que não se adaptou à pílula (por esquecer de tomá-la na hora certa, por exemplo, o que diminui consideravelmente a sua eficácia) também há outros métodos disponíveis no mercado como o adesivo para pele, implante subcutâneo, anel vaginal.

Vale ressaltar que o único método contraceptivo citado acima que previne doenças sexualmente transmissíveis é a camisinha. Vale usá-la juntamente com outro método para, além de evitar uma gravidez, ficar protegida!

E lembre-se: a melhor maneira de saber qual a alternativa que melhor se adapta ao seu corpo é falar com o seu ginecologista.


Por Tissiane Vicentin

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