Mulheres são as que mais realizam exames para detecção da AIDS

Mulheres de 25 e 30 anos são as que mais realizam exames
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Você está atenta aos perigos da AIDS? Um levantamento realizado pelo Delboni apontou que os jovens de 25 a 35 anos são os que mais realizam exames para detecção da AIDS. O número de mulheres nesta faixa etária representa a maioria absoluta, correspondendo a quatro vezes mais que o número de homens.


Desde que foi descoberta, na década de 80, a AIDS tem sido uma das doenças crônicas mais temidas. Antigamente, o vírus condenava o paciente à morte; hoje porém ele já pode ser controlado. “O HIV ataca o sistema imunológico, que é responsável por defender o organismo de doenças. Dessa forma, o portador não tem condições de se proteger de infecções”, explica o médico. 

Os sintomas iniciais podem ser confundidos com mal-estar corriqueiro, desencadeando febre constante, calafrios, dores de cabeça, dores de garganta, dores musculares e aumento de gânglios no pescoço, que surgem de duas a quatro semanas após o indivíduo contrair o vírus. Em alguns casos, não há nenhum sintoma nesta fase.

“O diagnóstico da doença é realizado por um exame de sangue, chamado de sorologia para HIV. Se ele der positivo, na amostra de sangue é processado um segundo exame por outra técnica diferente da inicial, que é o confirmatório. O ideal é que o paciente seja submetido a este teste de a partir de 30 dias após o contato de risco”, recomenda o infectologista. 

A AIDS ainda não tem cura, mas atualmente o portador do vírus HIV pode conviver com a doença por longos anos, tomando os famosos coquetéis, que nada mais são do que uma combinação de vários medicamentos antirretrovirais. 

A melhor forma de combater a AIDS é a prevenção com uso de preservativos e o não compartilhamento de agulhas.

Por Thamirys Teixeira

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