Intoxicação alimentar: não deixe ela atrapalhar seu verão

No verão, o índice de intoxicação alimentar aumenta. Isso porque no calor, os alimentos tendem a perder a validade com mais facilidade. “A higienização, o armazenamento, o corte e o pré-preparo dos alimentos são fundamentais para evitar a intoxicação”, explica Anna Christina Castilho, nutricionista e personal diet de São Paulo.

A infecção, causada pela ingestão de comida estragada, é uma das principais ocorrências de internação hospitalar em todo o mundo. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), as doenças transmitidas por alimentos provocam cerca de 1,5 bilhão de casos de diarréia, um dos sintomas mais comuns da intoxicação alimentar. Os demais são mal-estar, dores de estômago, vômito e muitas vezes, febre.

Saladas de maionese, frutos do mar e qualquer alimento cru, devem ter atenção redobrada, já que precisam ser preparados e refrigerados adequadamente. Alimentos dos quais não sabemos a procedência como os camarões fritos, queijo coalho e pastéis vendidos nas praias devem ser evitados.

A refrigeração dos alimentos é muito importante. Em casa nunca deixe a geladeira lotada, isso impede a circulação do ar entre os alimentos. Para evitar o contato com bactérias externas, os produtos precisam ser mantidos bem embalados ou tampados.

Em casos de intoxicação alimentar, procure um médico, pois a contaminação pode levar à morte se não for devidamente tratada. É aconselhável hidratar o organismo. “Beba muita água! Bebidas isotônicas e água de coco também são ótimos repositores de nutrientes. Já que são ricas em sódio e potássio”, afirma a nutricionista Anna Christina.

MBPress

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