Cuidado com a epidemia de conjutivite

cuidado com a epidemia de conjutivite

Algumas cidades estão enfrentando uma epidemia de conjutivite. Para ficar fora dessa é preciso ficar de olho na doença. Casos de epidemia estão se alastrando nas regiões Sul e Sudeste do país, cidades do interior e também nas litorâneas. Nessa época do ano, a água do mar, da piscina e de ambientes aglomerados são lugares onde os vírus se propagam facilmente.

A conjutivite é uma infecção que acomete a região dos olhos, inflamando e irritando a região ocular, deixando os olhos vermelhos, a pálpebra inchada e muitas vezes provoca dores e sensação de cisco dentro dos olhos.

Há dois tipos de conjutivite: a alérgica, que se dá por meio de produtos químicos ou poluição do ar e não sofre risco de contágio. Já a conjutivite viral provém de vírus que se transmitem através das mãos, olhos, toalhas e outros objetos contaminados. Por isso o ideal é se prevenir: lavar sempre a mão após o contato com outras pessoas, não coçar os olhos, ter sua própria toalha para se enxugar e não freqüentar lugares muito cheios, com piscinas públicas.

As conjutivites virais podem durar até quatro semanas, por isso é bom ficar atenta. Para tratar não existem medicamentos específicos, pode-se lavar os olhos com compressas de água gelada (que deve ser filtrada e fervida) ou soro fisiológico. O ideal é o acompanhamento de um oftamologista para avaliar qual o melhor procedimento para tratar a conjutivite. Colírios são contra-indicados, pois podem agravar a situação.


Por Jessica Moraes

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