Conjuntivite no verão

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A conjuntivite é um dos “probleminhas” que pode acontecer no verão. Do total de casos durante todo o ano, 20% acontece nessa época pela temperatura elevada e a maior umidade do ar.

Olho mais avermelhado, irritado (sensação de areia), lacrimejando, ardendo e sensibilidade à luz e ardência são sintomas da conjuntivite. Inchaço e visão embaçada também podem ocorrer.

Segundo o Dr. Noé Luiz Mendes De Marchi, presidente do Departamento de Oftalmologia da Associação Paulista de Medicina (APM), a conjuntivite tem duração média de 5 a 8 dias e a cura é espontânea. No entanto, para não agravar o problema, o ideal é fazer compressas geladas de água e de soro fisiológico para aliviar os sintomas, usar óculos escuros, não esfregar os olhos e limpar as secreções com lenço de papel.

Embora seja uma ocorrência simples, o médico condena a automedicação e recomenda a procura de um oftalmologista caso os sintomas não melhorem em 3 dias.

Há casos de conjuntivite alérgica por contágio ou pela sensibilidade a certos produtos e as tóxico-químicas, causadas pelo cloro de piscina, água contaminada do mar ou de rio, entre outros.

As mais freqüentes são as infecciosas, causadas por fungos; a bacteriana e a do tipo viral que ocorre devido ao calor, aglomeração, ao ar seco e à claridade, por exemplo.

Algumas dicas básicas ajudam na prevenção. Lave bem as mãos antes e depois do contato com os olhos. Não abra os olhos embaixo da água, utilize óculos de mergulho. Em caso de suspeita ou confirmação da conjuntivite, não use lentes de contato.

Por Karina Conde

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