Alzheimer - Ginástica cerebral ajuda a retardar a doença

No Dia Mundial do Alzheimer, a dica é: ponha o cérebro para trabalhar!

Mal de Alzheimer pode ser retardada com ginástica cerebral. Foto: news.byu.edu

De acordo com o Instituto Alzheimer Brasil, atualmente, cerca de 1,3 milhão de brasileiros sofrem com essa doença, que é o tipo mais comum de demência, sendo caracterizado pela perda ou redução progressiva das capacidades cognitivas, como memória, atenção, percepção, linguagem e raciocínio. Para conscientizar a população sobre esta doença degenerativa, o dia 21 de setembro foi escolhido como o Dia Mundial do Alzheimer


A cura do mal de Alzheimer ainda não foi descoberta, contudo, cientistas já sabem como retardar o surgimento dos sintomas utilizando um método de ginástica cerebral que estimula conexões neurais e aumenta a reserva cognitiva.

O cérebro possui uma enorme capacidade de se modificar e criar novas conexões neurais, o que se pode chamar de neuroplasticidade. Com isso, a ginástica cerebral consegue manter as funções do cérebro sem que sejam necessários altas doses de medicamentos, reduzindo também seus efeitos colaterais.

O especialista em ginástica cerebral Geomacel Carvalho comenta que os benefícios dos exercícios para o cérebro são comparáveis aos das atividades físicas. "Quanto mais você exercita o corpo, mais saudável e mais forte ele fica.  E quanto mais estímulos o cérebro recebe, mais ativo e ágil ele se torna", diz o especialista.

Foto - lifehack.org

A metodologia SUPERA faz uso de cinco ferramentas: o ábaco, um instrumento milenar para cálculos oriental, além de jogos de tabuleiro, dinâmicas em grupo, jogos online e apostilas com desafios exclusivos. "De forma lúdica e prazerosa, os alunos garantem a saúde do cérebro e autonomia por mais tempo", destaca o profissional.

Para driblar os efeitos do tempo, o segredo é sair da rotina. É importante manter uma alimentação saudável e regrada, praticar exercícios físicos, ler, estuda, viajar e buscar novidades, sempre.

Por Renata Branco

Comente