Adeus mau hálito!

halito

Quem gosta de mau hálito? Ninguém, certo? Mas o problema é que quem sofre é sempre o último a perceber. Por essas e outras razões, são poucas as pessoas que realmente buscam auxílio profissional para tratar esse distúrbio.

Segundo o cirurgião-dentista Rodrigo Guerrero, de São Paulo, embora o mau-hálito, ou halitose, não seja uma doença, é sinal de que algo está errado em nosso organismo. “É uma condição anormal do hálito, na qual este se altera de forma desagradável, tanto para o paciente como para as pessoas com as quais ele se relaciona. Pode restringir o indivíduo socialmente, diminuir sua autoconfiança, interferir nos relacionamentos e no desempenho das atividades do dia-a-dia”, diz o especialista.

Mas como saber se tenho mau hálito ou não? O diagnóstico é facilmente feito, pela história clínica e constatação do mau cheiro característico. E como tratar e prevenir?

Inicialmente deve-se tentar eliminar as possibilidades de causas fisiológicas e halitose secundária a outras doenças. A investigação inicial inclui o exame detalhado da boca, da língua e da parte dentária, em busca de sinais de higienização precária, gengivites e periodontite, além da saburra lingual”, esclarece o médico.

Comer de três em três horas e beber bastante água também reduz o mau hálito. “Use alimentos ”detergentes”, como maçã, laranja, abacaxi e cenoura que “varrem” a parte superior da língua e do esôfago, evitando a retenção de restos alimentares no órgão”, indica o especialista.

Fonte: MBPress

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