Pimenta para a saúde

tipos de pimentas

Por mais ardida que ela possa ser, a pimenta traz algo de bom: ela é rica em vitaminas A, C e E, poderosos antioxidantes que retardam o envelhecimento. Além disso, ela contém licopeno, que previne doenças cardíacas e o câncer.

Quanto mais ardida for a pimenta, mais ela contém capsalina, uma substância que ajuda a absorver a gordura. Já a piperina, uma substância contida nas pimentas não-vermelhas, facilita a digestão e funciona como antidepressivo.

Conheça alguns tipos de pimentas mais utilizados:

Pimenta-do-reino - contém piperina e pode ser encontrada nas versões preta ou branca. Melhora a digestão de gorduras e estimula a produção de endorfina, melhorando as conexões cerebrais.

Calabresa - bastante picante, é uma mistura de pimentas vermelhas desidratadas. Costuma ser usada para dar sabor mais picante a embutidos como linguiças e salames.

Pimenta-de-cheiro - odor agradável e sabor adocicado, é muito utilizada no preparo de peixes e saladas.

Habanero - Possui formato de lanterna e está entre as pimentas mais fortes, com sabor que permanece na boca. Suas cores variam entre amarelo, laranja e vermelho.

Pimenta-rosa - Tem sabor levemente adocicado e ardência delicada. Ativa a produção de sangue na medula óssea tem ação antiinflamatória.

Jalapeno - pimenta típica da culinária do México. Tem sabor suave e geralmente é usada como molhos em tacos e burritos.

Dedo-de-moça - bem saborosa e menos ardida, embora mais picante que a japeno. Muito usad ano Brasil em sobremesas.

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Malagueta - nativa do Amazonas, é vermelha e bastante picante. Fresca ou em conserva, seu consumo deve ser moderado.

Por Jessica Moraes

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