Azeite: o óleo que dá vida

os benefícios do azeite

O azeite, também conhecido como óleo de oliva, possui várias substâncias benéficas à saúde. Ele pode reduzir o LDL (mau colesterol) do organismo, devido a sua grande quantidade de gordura monoinsaturada, gordura que não se transforma em colesterol. Esse fator reduz o risco de infarto ou acidente vascular cerebral (AVC).

É também a gordura mais indicada para qualquer refeição. Resiste muito bem às temperaturas altas, cria uma camada crocante que impede que os alimentos adquiram excesso de gorduras e dá um sabor especial aos seus pratos. Ele sempre acentua o sabor dos alimentos, e dá a qualquer prato um toque especial.

Outro fator importante para a saúde é que o óleo de oliva previne oxidações que reduzem a formação de radicais livres. Estes são nocivos à saúde, pois são responsáveis pelo envelhecimento e por doenças degenerativas, como o câncer. A maior parte do mérito vem mesmo da gordura monoinsaturada, que predomina no azeite. Ela "varre" o colesterol ruim das artérias e é capaz de diminuir a gordura visceral (aquela da cintura e barriga), produzindo substâncias que dificultam a ação da insulina, hormônio produzido pelo pâncreas que ajuda a glicose a entrar nas células.

Cientistas observaram que os povos das regiões do mediterrâneo tem vida mais saudável com baixo nível de infarto e câncer, por serem os maiores consumidores do óleo de oliva (que também é encarado por muitos como um símbolo de fertilidade).

Os fatores que condicionam o desenvolvimento da oliveira estão relacionados principalmente com as variações climáticas. Temperaturas inferiores a 12 graus podem destruir uma plantação que, ao contrário, tolera grandes secas e ventos fortes. É por essa razão que a oliveira é abundante na região mediterrânea, caracterizada por invernos amenos, primaveras e outonos chuvosos, além de verões secos e quentes.


A oliveira é uma árvore muito típica na agricultura portuguesa e espanhola, por exemplo. No entanto, o crescimento da oliveira é lento. A árvore dá flor no primeiro ano de vida, mas só alcança seu pleno desenvolvimento aos 20 anos. Entre os 35 e os 150 anos de vida é que a árvore vive um período de maturidade e plena produção.

Por Jessica Moraes

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