Alimentos amigos do coração

Alimentos para as artérias

Conheça alguns alimentos que são amigos do coração: além de reduzir o risco de arteriosclerose, eles baixam o colesterol , diminuem a pressão, reduzem as inflamações, neutralizam radicais livres nocivos, mantêm baixo e estável seu nível de açúcar no sangue e mantêm seu coração batendo em um ritmo saudável. Confira a lista:

Tomate - Tomates frescos, secos ou molho, não importa. É recomendável consumir sete ou mais porções com eles semanalmente, que diminui em 30% o risco de doenças cardiovasculares, segundo um estudo feito na Universidade de Oulu, na Finlândia. Nesse mesmo estudo foi averiguado que 30 g de ketchup e 400 ml de suco de tomate por dia diminuem em 13% o nível de colesterol "ruim" (LDL) depois de três semanas. Isso deve-se ao licopeno ou os níveis altíssimos de vitamina C, fibra e potássio encontrados no tomate.

Abacate - Em um estudo do Instituto Mexicano, homens e mulheres que comiam um abacate por dia reduziram o colesterol total em 17%. O nível de LDL e triglicerídeos nocivos caiu, e a taxa do bom HDL subiu graças, talvez, ao alto nível de gordura monoinsaturada "boa" do abacate. O fruto é ainda repleto de betassitosterol, que reduz o colesterol.

Amêndoa - Um punhado de amêndoas contém 9 g de gordura monoinsaturada, que ajuda a reduzir o colesterol ruim e aumentar o bom. A vitamina E natural que existe na "polpa" da amêndoa, além dos flavonóides presentes na casca, ajuda a parar o crescimento da placa que entope as artérias. Mas não consuma demais ou vai acumular calorias.

Aveia - A aveia contém betaglucana, fibra solúvel presente nos cereais, que age como uma esponja, prendendo os ácidos biliares ricos em colesterol no intestino e os eliminando. O resultado são níveis baixos de LDL porque há menos colesterol para ser absorvido pela corrente sanguínea.


Salmão - o salmão está entre os peixes mais ricos em ômega-3. Ele contém ácidos graxos que ajudam a diminuir o risco de arritmias cardíacas fatais e reduzir o colesterol, a inflamação, a arteriosclerose e a formação de coágulos.

Por Jessica Moraes

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