A importância do ômega-3

A importância do ômega 3

Você já sabe que os alimentos que comemos influenciam o nosso corpo. Mas eles podem ter muito mais do que uma simples influência no funcionamento do nosso cérebro. O humor, a motivação e a performance mental estão intimamente ligados aos alimentos que ingerimos. Um exemplo disso é um tipo de gordura encontrado mais frequentemente em peixes, conhecidos como ácidos graxos ômega-3.

Os ácidos graxos ômega-3 são conhecidos por serem componentes fundamentais da membrana externa das células cerebrais. É através dessa membrana que todos os sinais nervosos fluem.

Estudos mostram que o consumo regular de ômega-3 está ligado aos seguintes benefícios: boa concentração e memória, motivação, boa coordenação motora e neutralização do estresse.

Além de todos esses benefícios para o cérebro, o ômega-3 ainda atua na redução dos níveis de triglicérides e, consequentemente, ajuda reduzir os riscos de doença do coração.

As principais fontes de ômega-3 são os peixes de águas profundas e frias: arenque, sardinha, salmão, atum, bacalhau, truta e também os óleos de peixe.

Outras importantes fontes de ômega-3 são as sementes e o óleo de linhaça, castanhas e nozes, vegetais de folhas verde-escuras e óleos vegetais, como o azeite, a canola e o óleo de soja.

Mas a moderação no consumo também é importante. Recomenda-se a ingestão de pelo menos duas porções de peixe por semana. É importante também lembrar que os peixes devem ser assados, cozidos ou grelhados. Não se deve fritá-los, pois este processo elimina o ômega-3.

Alguns peixes são pobres em ômega-3, como a tilápia, que contém quantidades de ômega-6 semelhantes à carne vermelha. Atualmente ele é largamente comercializado nas farmácias na sua forma concentrada em cápsulas, algo que ainda não foi avaliado pela ciência.


Apesar de os benefícios do ômega-3 serem comprovados cientificamente, seu consumo em uma dosagem muito além daquela encontrada nos peixes preocupa os pesquisadores, pois ainda não se sabe que efeitos essas altas doses podem ter no organismo a longo prazo.

Por Jessica Moraes

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