Grupo de voluntários acompanha pessoas prestes a falecer sozinhas

Este grupo de voluntários oferece apoio e suporte para quem não tem nenhuma companhia nos últimos momentos de vida
No one dies alone

Foto - Reprodução/Youtube

Morrer sozinho é o maior medo de muitas pessoas, principalmente as que sofrem de doenças terminais. Infelizmente, essa acaba sendo a realidade de quem não tem mais aquele obro amigo ou apoio da família e/ou filhos.

E foi por conta de um falecimento solitário que uma enfermeira criou o programa “No One Dies Alone” (Ninguém Morre Sozinho, em tradução livre). O projeto dá às pessoas sozinhas uma companhia durante seus últimos minutos de vida. Parece mórbido, mas é uma ideia tocante de amor ao próximo. As informações são do RazõesParaAcreditar (RPA).

No one dies alone

Foto - Reprodução/Youtube

Os voluntários correm contra o tempo em turnos de três horas, para visitar estranhos que têm o último desejo de morrer com alguém os consolando.

“Isso é algo muito simples, mas tão importante”, diz uma das voluntárias, Amanda Egler. “Porque todo mundo vai morrer, e dar três horas de sua vida, no final de outra pessoa, parece a coisa certa a fazer.”

“É uma viagem incomum, mas um privilégio estar com alguém no final de sua vida “, diz outro voluntário. “Ao manter vigília, um voluntário vai acariciar os pés de seus pacientes, ler em voz alta, tocar música, ou simplesmente segurar sua mão.

Veja o vídeo que divulga o projeto

No One Dies Alone -  Como começou

No one dies alone

Foto - Reprodução/Youtube

Em 2001, Sandra Clarke recebeu o convite de um homem em fase terminal. Ele pediu que ela, sua enfermeira, ficasse ao seu lado em seus últimos momentos.

Sandra concordou, mas acabou terminando assuntos do trabalho antes. O tempo não perdoou, pois quando ela voltou o homem havia falecido. 

Este triste acontecimento mudou a vida da mulher que decidiu que nunca mais deixaria de acompanhar alguém que pudesse ajudar. Ela criou o grupo e desde então mais conforto e amor vêm sendo espalhado por aí. Emocionante, não?

Por Thamirys Teixeira

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