Veterinário dá dicas para se exercitar com o cachorro

Incluir o pet na rotina de exercícios físicos é uma boa estratégia para garantir momentos de descontração e também o bem estar de ambos
correr com cachorro

Dicas para preservar a saúde do seu cão. Foto - Istock/ Dirima

Fazer exercícios físicos fica muito mais divertido quando se está acompanhado, não é? E se a companhia for o seu pet, a hora da atividade pode ficar mais gostosa ainda. Mas você sabia que antes de sair por aí com o cachorro alguns cuidados devem ser tomados?

De acordo com o veterinário e proprietário do Clube de Cãompo, Aldo Macellaro, algumas dicas são importantes para a saúde do animal. Veja e preparem-se:


  • Nos dias mais quentes, os donos precisam se atentar ao horário que irá se exercitar com o cão. O ideal é iniciar o mais cedo possível para evitar que o pet sofra hipertermia – aumento súbito da temperatura corporal do animal, que pode levá-lo à morte. Por isso, o ideal é que o treino inicie antes do meio dia, já que a partir deste horário a temperatura costuma elevar consideravelmente;
  • Se mesmo cedo, os donos perceberem que o dia está atipicamente quente, o ideal é se exercitar em praças ou lugares com grama, pois calçadas e asfaltos costumam esquentar e podem queimar as patas do animal;
  • Antes de sair de casa, os donos costumam passar filtro solar. Com o cão não deve ser diferente. Hoje é possível encontrar protetores específicos para o animal, que o protegem da radiação solar. Essa dica é válida, principalmente, às raças de pele muito branca. Esse cuidado evita queimaduras e problemas na pele do pet;
  • Assim como estamos sempre acompanhados de uma garrafa de água, o cão também precisa desta hidratação, principalmente durante os exercícios físicos. Além disso, caso o animal precise parar para fazer necessidades, os donos devem respeitar e esperar;
  • O cão não libera calor como os humanos. Sua ‘transpiração’ ocorre por meio da respiração. Por isso é preciso ficar atento em como o cão está respirando. Algumas raças, como buldogs, boxers e pugs, possuem o focinho mais curto, o que propicia dificuldade de respirar, especialmente quando são submetidos a uma elevação do ritmo cardiorespiratorio. Nesses casos, os donos precisam ficar ainda mais atentos.  
  • Por Thamirys Teixeira

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