Mulheres no Surf

mulheres surfistas

Wahines. Para quem não conhece o termo, este é o nome dado às mulheres surfistas. Cada vez mais elas são vistas invadindo as praias brasileiras, deslizando sobre as ondas e desbancando muito homem metido a Kelly Slater.

Nos últimos anos, alguns nomes se destacaram. A tetracampeã brasileira Andrea Lopes montou duas clínicas de surfe feminino (Girls go Surf), uma em Maresias (SP) e outra na Barra da Tijuca (RJ). Jaqueline Silva venceu em 2002 uma das etapas do circuito mundial no Havaí, tornando-se a segunda melhor surfista do mundo. Até as muitas famosas aderiram às pranchas, como a modelo e apresentadora gaúcha Luize Altenhofen.

Fabiana Sandes, 20, mora no Guarujá (SP) e surfa há oito anos. Ela também dá aulas e diz que a procura parte de todas as idades. “As mulheres prezam pelo bem-estar por meio do surfe, pois é ótimo para tirar o estresse. Mesmo com a correria do dia-a-dia, não deixo de fazer pelo menos uma queda por dia”, conta a wahine, que aposta em Silvana Lima como nome de destaque das ondas em 2008. Fabiana ainda aconselha para a preparação antes da “queda”. Correr, alongar e manter uma alimentação saudável é primordial para essa prática.

Além do contato com a natureza, que já tem efeito relaxante, o surfe é um ótimo exercício cardiovascular, trabalha todos os grupos musculares e desenvolve a coordenação. O uso do protetor solar é indispensável, principalmente no rosto. Como o sol e o mar ressecam muito, é preciso sempre usar hidratantes corporais e capilares.

Gírias surfistas:

  • Dropar: entrar na onda remando e se levantar para fazer manobras.
  • Rabear: quando alguém corta a onda de outra pessoa
  • Vaca: ser derrubada pela onda e cair da prancha, um “caldo”.

Fonte - MBPress

Comente