Jiu Jitsu: força e resistência muscular

O Jiu Jitsu, que significa, arte suave é considerado a mais antiga das artes marciais. Ele se originou na Índia (embora haja uma controvérsia sobre seu nascimento na China) em 2000 A.C. Atravessou as fronteiras da China e foi parar no Japão, onde cresceu e se desenvolveu consideravelmente.

O Jiu Jitsu foi trazido para o Brasil, através do mestre Mitsuo Maeda (conhecido como Conde Koma), Cônsul japonês no Pará e que o ensinou a família Gracie.

No Jiu Jitsu ensina-se técnicas como:

  • Queda (Judô)
  • Torções (Aiki-Jitsu)
  • Estrangulamentos
  • Pressões
  • Imobilizações
  • Colocações (posição de combate, momento de ataque e esquiva).

Assim, os principais golpes são de articulações, estrangulamentos, imobilizações, torções, alavancas e outros. O lutador de Jiu Jitsu deve ter destreza, rapidez, flexibilidade e agilidade.

A aula de Jiu-Jitsu se divide em três partes: o aquecimento (onde são dados exercícios de flexão, abdominais, corrida, entre outros), a técnica (onde o professor ensina aos alunos técnicas novas) e o treino (onde os alunos lutam uns com os outros, sempre com o intuito de refinar a técnica). Assim como no Judô, a roupa usada para treinar é o Kimono.

O Jiu Jitsu proporciona melhora do condicionamento cardiorrespiratório, da força e resistência muscular, além do aumento da disciplina, do controle emocional e da auto-estima.

O Jiu Jitsu pode ser utilizado de três formas:

  • Esportivo e competitivo: sem golpes traumáticos, (como se aprende e desenvolve nas academias) apenas com projeções, chaves, torções, imobilizações etc.
  • No vale tudo: com golpes traumáticos como socos, chutes, cotoveladas, cabeçadas, joelhadas etc. (Embora não seja a base do Jiu Jitsu, principalmente do Jiu Jitsu Brasileiro).
  • Como defesa pessoal: podendo ou não usar golpes traumáticos.

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