Descubra o que é NIA!

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Foto Divulgação

Você já ouviu falar em NIA, que em português significa Ação Neuromuscular Integrativa? Se a resposta for negativa, não sabe o que está perdendo. Esta modalidade de atividade física, criada em 1983 pelo casal de personal trainners norte-americanos Carlos Rosas e Debbie Rosas, consiste em uma prática aeróbica e terapêutica de baixo-impacto. “Achamos saúde pelo movimento” é a filosofia deste exercício, que estimula o autoconhecimento por meio de movimentos.

“NIA é um programa cardiovascular que mistura movimentos vindos das artes marciais (tai chi chuan, tae kwon do e aikido), dança (dança moderna, jazz e técnica Isadora Duncan) e artes terapêuticas (ioga, técnica Alexander e Moshe Feldenkrais)”, explica a professora de educação física especializada em NIA Lisane Bennemann, de Londrina, Paraná.

Larissa Piedade, de 19 anos, procurou a técnica para melhorar o condicionamento físico e relaxar. “Eu sempre fui muito agitada e me acalmei um pouco com a NIA. As aulas eram bem divertidas e dinâmicas, pois tinham dança, música e bastante movimento por conta das artes marciais”, conta ela.

A estudante praticou a técnica durante seis meses e só parou quando sua professora se mudou para o exterior. Ela até chegou a procurar outros locais para continuar as aulas, mas não encontrou.

Lisane, que fez especialização em NIA na Flórida, diz que o método ainda é pouco conhecido no Brasil. As aulas tem coreografias montadas e exploram a capacidade de improviso, consciência corporal e sensibilização do corpo. O resultado é um excelente trabalho corporal e emocional.

“Geralmente, as pessoas que procuram esta técnica estão cansadas das atividades normais de academia. A NIA envolve muita expressão corporal e preza pelos cuidados com a saúde. Também é uma ótima opção para quem quer emagrecer, pois é uma atividade aeróbica e queima muitas calorias. O exercício é indicado para pessoas de todas as idades”, declara a especialista.

Assim como nas artes marciais, a graduação do NIA é feita por cores (branca, azul, marrom e preta), podendo ser renovada a cada ano. A professora afirma ainda que a atividade ajuda a perder e manter peso, melhora a coordenação motora, trabalha a postura e auxilia no tratamento da depressão.

É o poder transformador do movimento! Aprender a soltar o próprio corpo e se expressar por ele não é tarefa fácil. Com a vida maluca e agitada que levamos, vamos criando “couraças”, por isso nada melhor do que adotar uma atividade que libere suas tensões corporais e limitações emocionais.

Fonte - MBPress

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