Terapia da casa: por onde começar?

Terapia da casa por onde começar

Sua casa anda bagunçada? Você acumula coisas sem necessidade? Não se sente bem nela? Pois é, o nosso doce lar pode refletir muito do nosso desequilíbrio e cuidar da casa promove o bem estar em nossas vidas.

Segundo a terapeuta da casa Anna Elizabeth Branquinho, a terapia da casa sai dos consultórios para o contato com a vida e a rotina das pessoas. "Se baseia na habilidade de interpretação do uso dos espaços como a casa, armários, escritórios, garagem etc, e sobre os sentimentos, comportamentos e resultados de vida de uma pessoa ou família.

Precisam da terapia da casa aquelas pessoas que acreditam que as coisas não estão indo bem na sua vida. "Pessoas que mesmo quando se empenham na busca de suas metas e objetivos não as alcançam. Pessoas que ao olharem para as suas casas já percebam que as coisas não estão bem. Pessoas que não se sentem bem em casa" explica a especialista.

A terapeuta ainda explica que a casa fala um pouco de cada área da nossa vida. "Desarmonia conjugal, inabilidade com a educação dos filhos, vida financeira escassa ou instável, falta de progresso profissional, falta de saúde ou problemas de saúde crônicos entre outros", aponta.

Anna Elizabeth dá dicas de como iniciar uma mudança na sua casa a fim de criar um ambiente mais agradável:

Verifique se a casa está limpa: começar com uma "faxina daquelas" ajuda a entrar em contato com a intimidade da casa. Verifique também como estão as paredes, se puder pintar a casa vai deixá-la com cheiro de nova.

Derrube seu armário: reorganize seu armário, ele é seu coração. Reavalie o que você guarda, sinta o significado das suas coisas e principalmente se você dá vida (usa) o que tem.


Assim como você se veste e se enfeita e não gosta de estar com a mesma cara aproveite para trocar a colcha da cama, comprar ou fazer almofadas novas para o sofá, renovar as fotos da estante, trocar a cortina ou o tapetinho do banheiro e ainda colocar um vasinho de plantas na entrada para dar boas vindas a quem chega.

Por Catharina Apolinário

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