Superstição

Superstição

Num mundo onde a ciência e a tecnologia avançam ilimitadamente a cada dia, grandes chefes de estado, atores, cantores, escritores e cidadãos comuns ainda consultam astrólogos, gurus, numerólogos para saber quais os melhores momentos e como tomar suas decisões.

O fato é que as crenças e superstições diversas acompanham a humanidade desde o seu nascimento e, sem explicações, são capazes de mudar a história. Você não acredita? Mas aposto que já bateu na madeira três vezes ao torcer pela realização de um desejo; atravessou a rua para não passar por baixo de uma escada ou desviou de um gato preto...

Existe superstição para tudo e para todos. Pular as sete ondas no Ano-Novo é supertradicional, serve para atrair boa sorte. Contra o mau-olhado, a crença popular indica o uso da figa. Pode ser dentro da bolsa ou na carteira.

E tem mais: cuidado para não quebrar o espelho, ou terá sete anos de azar! Na hora de sair de casa e entrar em algum lugar, vá com o pé direito. Já ouviu dizer que ver uma borboleta voar dá sorte para o dia? A do sal grosso é famosa: deixar um copo de vidro cheio dele no canto da sala espanta a inveja alheia. A da bolsa também: nem pense em deixá-la no chão se não quiser perder dinheiro! Confira outras:

  • Se você colocar a meia do avesso sem querer é sinal de que uma boa notícia está para chegar.
  • Ao sentir a mão esquerda coçando, prepare-se para receber um bom dinheiro extra. Se for a direita que coçar, é provável que perca uma grande quantia. Coceira na sola do pé significa viagem ao exterior.
  • Se sua orelha esquentar de repente, é porque alguém está falando mal de você. Diga o nome dos suspeitos até a orelha parar de arder. Então, morda o dedo mínimo da mão esquerda: o sujeito irá morder a própria língua.
  • A maneira mais eficiente de encontrar algo que desapareceu é dar três pulinhos para São Longuinho.

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Por Adriana Cocco

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