O poder das mandalas nos ambientes

Mandalas harmonizam os ambientes

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Além de lindas peças para decoração, as mandalas também servem para melhorar a energia dos ambientes, sejam residenciais ou comerciais. Segundo a artesã Mônica Chaves, a mandala é um campo de força em formato circular, no qual suas formas e cores emanam fortes vibrações, podendo alterar a energia dos lugares e pessoas.

A artesã se baseia na teoria da psicologia analítica de Carl Gustav Jung, que classifica o desenho espontâneo das mandalas como conteúdos do inconsciente. Com relação às cores, segue os conceitos da cromoterapia, onde cada cor tem uma determinada função. "Porém, acredito que se a pessoa escolher uma mandala na sua cor preferida, ela terá um efeito super satisfatório" ressalta.

As mandalas pode ser distribuídas pela casa sobre móveis, penduradas livremente ou presas nas paredes, mas também servem como instrumento de meditação ou filtro de energias, como se as formas desenhadas filtrassem as vibrações presentes nos ambientes. "Quando fazemos contato visual com uma Mandala nossa energia se altera e essa modificação é sempre muito positiva, já que suas formas e cores emanam vibrações muito fortes", explica a artesã.

Quanto à localização, Mônica orienta seus clientes a colocarem as mandalas em lugares de grande circulação de energias, como na entrada da casa, sala ou cozinha. "Nunca faço duas peças idênticas, as mandalas são únicas e com energia própria. A escolha do local é intuitiva e muito pessoal", completa.


Além de vidro e espelho, a artesã também utiliza materiais recicláveis para confecção de suas mandalas, como CDs, discos de vinil ou até mesmo plástico, desde que tenha o formato redondo. A satisfação de Mônica é ver que materiais que poderiam prejudicar o meio ambiente, podem transformar-se em arte, em peças de efeito contrário, que podem fazer bem às pessoas. "Costumo dizer que o lixo quando se tem boa vontade e criatividade vira luxo! Sem dizer que diminui muito o custo para a produção da peça e a Mãe Natureza agradece!"

Por Carmem Sanches

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