Mude para o consumo consciente

Mude para o consumo consciente

Vivemos em uma sociedade de consumo linear, onde os produtos são fabricados com matéria-prima retirada da natureza, depois vão para as mãos do consumidor e por final para o lixo. Um processo insustentável de acordo com a realidade do planeta. Por isso ações como reciclagem, reutilização e redução do consumo são necessárias para a sobrevivência do planeta e garantia dos recursos naturais para futuras gerações. Dá para equilibrar essa balança através da mudança de hábito e do consumo consciente.

O instituto Akatu Pelo Consumo Consciente entende como consumo não só o ato pontual, mas o processo, que começa antes da compra e termina após o uso, envolvendo escolhas do consumidor. "O ato de consumo consciente implica avaliar, em cada uma destas escolhas, que impactos são gerados e como minimizá-los ou potencializá-los na direção da sociedade sustentável. É consumir diferente: tendo no consumo um instrumento de bem estar," afirma a entidade em página oficial no facebook.

O ato de comprar coisas não é necessariamente uma agressão ao meio ambiente. Você pode escolher produtos sustentáveis e dar o devido destino ao resíduo que não utiliza mais. Às vezes, uma roupa velha ou um móvel usado pode fazer a alegria de alguém que não tem nenhum.

Portanto, comprar móveis e utensílhos feitos com madeira de reflorestamento, produtos que consomem pouca energia ou energia limpa, descartar os produtos velhos para reciclagem, separar o lixo, preferir produtos que tenham mais conteúdo necessário e menos embalagens, usar pilhas e baterias recarregáveis, avaliar a maneira como foram feitos, entre outras ações, são importantes formas de consumo sustentável.


A organização Akatu defende o ato de consumo consciente como um instrumento fundamental de transformação do mundo, afirmando que qualquer consumidor pode contribuir para a sustentabilidade da vida no planeta, por meio do consumo de recursos naturais, de produtos, serviços e pela valorização da responsabilidade social das empresas.

Por Catharina Apolinário

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