Fim do horário de verão: como se readaptar?

O corpo precisa de uma nova adaptação, assim como o bolso!
fim do horário de verão

© Wavebreak Media Ltd./Corbis

Assim como a chegada do horário de verão costuma mudar nossa rotina, o fim do horário de verão também sugere alguns cuidados para nos adaptarmos à mudança de horários com mais bem estar e disposição.

As crianças com atividade escolar e os idosos são os que mais sofrem com essa readaptação. Os sintomas mais comuns são insônia, irritabilidade e fadiga. Para amenizar a mudança, procure aumentar a ingestão de líquidos na primeira semana e faça refeições mais leves. Mantenha suas atividades sempre no mesmo horário, assim o cérebro se adapta o mais rápido possível com a mudança.


Procure também caminhar ao ar livre no final da tarde para se expor à última luminosidade do dia. Isso ajuda a atrasar o início da sonolência no começo da noite.

Ao dormir, escolha um ambiente escuro, silencioso e com temperatura agradável. A luz prejudica os ciclos biológicos e interrompe a produção hormonal (cortisol e melatonina), causando a sensação de cansaço pela manhã.

Dentro de alguns dias a ordem temporal interna será restabelecida, mas se os sintomas ultrapassarem três semanas, o ideal é procurar o médico para avaliar o caso.

Economia de energia

Agora que o objetivo do horário de verão de promover economia de energia elétrica de forma coletiva foi cumprido, esse é um bom período para refletir sobre o consumo de energia de forma individual.

Uma boa forma de manter a economia e, de quebra, reduzir os gastos com a conta, é trocar uma lâmpada incandescente por uma fluorescente compacta. Essa simples troca representará redução de até cinco vezes no consumo de energia.

O consumidor que quiser dar um passo maior, pode optar também pela lâmpada de LED, uma economia de 90% frente à incandescente e de 30% em relação à lâmpada eletrônica.

Embora o LED seja mais caro, estima-se que sua durabilidade seja de aproximadamente 14 anos. Se comparado ao uso da lâmpada fluorescente, a economia pode ser ainda maior, já que essa costuma ser substituída quatro ou cinco vezes dentro desse período.

Por Jessica Moraes

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