Dicas para fazer boas compras no supermercado

Fazendo compras no supermercado

Existem alguns critérios a serem levados em consideração antes de entrar no supermercado. Muitas vezes acabamos comprando mais do que deveríamos e fazemos escolhas equivocadas, por isso é importante fazer um planejamento antes da compra.

Faça uma lista completa dos itens que precisa. Isso evita que você esqueça alguma coisa e depois tenha que recorrer à padaria ou mercearia, que geralmente cobram mais. Não esqueça de levar a máquina de calcular. Isso ajuda a controlar os gastos e não comprar além do que pode.

Se o luxo e o bom atendimento não são essenciais, experimente conhecer aqueles supermercados do tipo pequenos varejões. Eles não fornecem tantos serviços e formas de pagamento, no entanto, os produtos são bem mais baratos.

Evite fazer as compras com pressa. Você pode levar produtos inúteis e esquecer o indispensável. Evite também levar as crianças, que sempre acrescentam alguns itens no seu carrinho.

Analise se as ofertas do tipo 'leve 4 e pague 3'; são realmente lucrativas. Não adianta levar mais gelatina ou chá para casa, se você já os têm em boa quantidade.

Cuidado quando for comprar latarias. Examine as latas atentamente e recuse aquelas amassadas, estufadas ou enferrujadas: esses defeitos alteram o produto. Rótulos desbotados ou sujos são sinais de produtos velhos. Prefira as conservas e compotas embaladas em vidros. Elas podem até ser mais caras, mas, em compensação, você pode observar a qualidade dos produtos. Observe atentamente as condições de qualquer produto.

Nem todos os produtos podem ser estocados em freezer por muito tempo. Veja alguns exemplos: manteiga: 45 dias; iogurtes: 20 a 30 dias; hambúrguer, quibe e almôndega: 1 mês. Por isso, é melhor comprá-los em pequenas quantidades e consumi-los frescos.

Ler os rótulos dos alimentos que você e sua família consomem também é extremamente importante. Ali estão reunidas as informações fundamentais sobre o produto. A maior causa de morte por doenças crônicas, como diabetes, hipertensão e obesidade, se relaciona ao consumo de alimentos e de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), esse quadro poderia ser outro se o cliente lesse melhor o rótulo.


Também é importante o consumidor separar o que é informação que faz a diferença e o que é mais um instrumento de marketing. Exemplo: muitos óleos vegetais trazem na embalagem a frase "Não contém colesterol" — mas nenhum item de origem vegetal possui colesterol, só os de origem animal. Outra informação comum, que na prática não significa muito: "Rico em ferro, vitamina C e zinco".

Não se esqueça de guardar o ticket do caixa, para o caso de precisar trocar alguma mercadoria.

Por Jessica Moraes

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