Depilação íntima masculina divide opiniões

Depilação íntima masculina divide opiniões

Foto imagerymajestic/http://bit.ly/xV7MGl

Homem fazendo a unha ou limpeza de pele já se tornou habitual. Agora o público masculino decidiu ir além e a moda é a depilação íntima masculina, que já ganhou adeptos além dos nadadores ou modelos de lingerie. Entre as mulheres, a opinião divide-se entre quem aprova ou não a nova onda.

A jornalista Carol Binato diz que odeia pelos, então é totalmente favorável à depilação masculina nas partes íntimas. "Eu gosto muito mais de homens lisinhos, acho mais higiênico e muito mais bonito!"

A professora de dança Roberta Paz acha o homem depilado dá uma sensação de limpeza. "Eu também não gosto nadinha de pelos. Além de serem nojentos, ainda ficam pelo box, pela cama. Meu marido, graças a Deus, também não suporta. Eu sou super à favor sim e homem depilado. É muito mais sexy e com ar de limpo", afirmou a bailarina.

Para a servidora pública Claudia Regina Oliveira Machado não é preciso deixar tudo lisinho. "Depilar tudo fica muito estranho, pode deixar um pouquinho para dar um ar de selvagem", comenta. A personal gourmet Raquel Sena concorda. "Pode até ser somente um símbolo, mas a masculinidade e a virilidade estão associadas aos pelos, viva a diferença, lisinha já basta eu."

O problema é que a depilação é bastante dolorosa, como as mulheres bem sabem, será que os homens aguentam? A garçonete Mônica Vieira acredita que não. "Acho legal homens depilados, mas os homens não são fortes o bastante para aguentar uma depilação não." Raquel concorda com a garçonete e ainda é mais específica. "Acho que no peito e nas costas alguns até aguentam, mas nas partes íntimas, jamais!"


O tratamento está disponível em várias clínicas de estética e spas das grandes cidades e, em breve, deve se espalhar para os municípios menores. Os proprietários desses locais afirmam que a nova moda não atrai somente os homossexuais e que a clientela é bem variada. O preço da depilação íntima total gira em torno de R$ 60,00.

Por Carmem Sanches

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