Aviadora repete a viagem de volta ao mundo de Amelia Earhart

Amelia Earhart

divulgação

Aos 31 anos, a piloto norte-americana Amelia Rose Earhart cumpre a saga da aviadora homônima, que há 75 anos desapareceu no Pacifíco e virou lenda.

A aviadora Amelia Mary Earhart era feminista e vivia à frente de seu tempo. Foi protagonista de documentários e filmes - quem não se lembra de Uma noite no Museu? - e era admirada na cultura dos EUA, inspirando a mãe de Amelia Rose a batizá-la com o nome da heroína.

A família já ostentava um Earhart, ainda que sem nenhum parentesco. E a associação à figura notável despertou na Amelia contemporânea o interesse por aviões, engenharia, motores e também superação. Foi a vontade de continuar o desafio de sua ídola - que sumiu no mar na última etapa de sua volta ao mundo - que moveu a jovem Amelia Rose a desenvolver o projeto de cruzar mares e continentes.

O grande objetivo da piloto é entrar para o livro dos recordes como a mais jovem mulher a dar a volta ao mundo. Para isso, conta com o apoio técnico da fábrica de aviões Pilatus e da Synerjet, empresa que distribui as aeronaves no nosso mercado.

A viagem de Amelia começou em Oakland, Califórnia, e cumprira 28 mil milhas, percorrendo 14 países em outras 16 escalas. A única parada no Brasil, depois de 8 horas de voo, aconteceu no último fim de semana, no aeroporto Aluiso Alves, em Natal. Da capital potiguar ela seguiu para o Dacar.


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