Atletas lançam campanha para proibir cabeçada no futebol

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Nesta Copa de Mundo, cabeçadas entre jogadores é o que mais vem ocorrendo. Depois do holândes Bruno Martins Indi, que deixou o campo desacordado, foi a vez do meio de campo equatoriano Cristhian Noboa se machucar feio durante o jogo entre França e Equador. Para continuar na partida, ele precisou usar uma rede especial na cabeça.

Com tantas trombadas, atletas americanas lançaram uma campanha, no Rio de Janeiro, para proibir cabeçadas no futebol em partidas que tenham jogadores menores de 14 anos. Enquanto no Brasil a preocupação não é levada muito a sério, nos Estados Unidos este é um assunto que já vem chamando atenção.

O caso ganhou repercussão lá fora depois que um jogador faleceu, aos 29 anos, no começo deste ano, após ter uma encefalopatia traumática crônica. A ideia destas atletas vai além de atingir apenas o país comandado por Obama, mas também diversos outros países, como o Brasil, que tem o futebol como o principal esporte.

Com o número alto de lesões, elas pretendem diminuir este quadro e preservar a saúde de crianças que, futuramente, tendem a ter sérios danos no cérebro por causa das cabeçadas praticadas em algumas modalidades.


Por Kelly Jamal

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