Sardas de verão

Sardas de Verão

Quem tem pele clarinha sabe. Depois da praia, elas insistem em aparecer, principalmente agora no verão, época em que o rosto, o colo e os ombros ficam ainda mais expostos ao sol. As chamadas sardas de verão têm um culpado, a falta de proteção solar.

Os cremes clareadores estão entre os tratamentos mais conhecidos para as sardas. Por serem menos concentrados, tem menos efeito colateral, mas o resultado é mais lento.

“Os produtos denominados clareadores são indicados para despigmentar às lesões escurecidas da pele, geralmente, manchas causadas pela exposição inadequada ao sol, variações hormonais, gravidez, herança genética e envelhecimento”, explica a dermatologista Paula Bellotti

A dermatologista explica que antes de comprar qualquer creme clareador é preciso procurar um médico. “Alguns possuem produtos que podem agredir ou até agravar o quadro. Um exemplo disso é a hidroquinona. A minha indicação são os procedimentos com lasers para remoção e clareamento”, diz.

Entre os tratamentos com laser, Bellotti recomenda o Fraxel 1500, pois são necessárias poucas sessões para tratar a pele do rosto, colo ou mãos. A dermatologista também indica o Laser Sinon Rubi, conhecido por ser indolor e sem contra-indicação.

“Ele não deixa seqüelas nem sinais de cicatrizes. Outro também muito usado é o Lumines One. A única orientação é que o paciente não se exponha ao sol para evitar possíveis manchas na pele e sempre aplique um filtro solar FPS 20, no mínimo. Lembrando que os procedimentos devem ser sempre realizados com a orientação de um médico especialista”, alerta.

Outra recomendação da profissional é nunca optar pelos tratamentos caseiros, como máscaras faciais, pois na maioria dos casos o paciente tem reações alérgicas. E nunca se esquecer do filtro solar potente, principalmente para peles mais claras, com filtro solar acima do fator 30, que proteja também contra os raios UVA, responsáveis pelas manchas escuras. Os filtros solares devem ser reaplicados a cada três horas.

Leia também - Pintas nas mãos

Por Juliana Lopes

Comente