Saiba escolher um bom cirurgião plástico

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Antes de consultar os profissionais para a cirurgia, elabore uma lista com nomes de possíveis candidatos. Pergunte para amigos - vários - que já fizeram a operação, o médico de confiança da família, enfermeiro, hospital ou plano de saúde. A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica possui um Diretório de Membros, que é uma excelente fonte de nomes.

Um segundo passo é verificar a credencial de cada médico. Onde ele se formou, o tipo de formação específica, quantos anos de treinamento em todas as áreas de cirurgia plástica - uma visão ampla da especialidade conferem melhores habilidades ao profissional, seja qual for sua área preferencial de atuação.

Procure saber, principalmente, se este médico possui título de especialista. A SBCP é o órgão oficial da Associação Médica Brasileira responsável pelo processo da formação de especialistas no Brasil. Mas na consulta é que você vai ter a base concreta para a sua decisão final. Visite vários cirurgiões. Compare suas personalidades, opiniões e condutas. A segurança que você vai sentir no profissional é o mais importante.

Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, se você tem auto-estima positiva, se incomoda com algum aspecto físico e deseja corrigi-lo - ou melhorá-lo, você é um bom candidato. Pacientes com defeitos físicos ou desarranjos estéticos, que ao longo do tempo foram diminuindo a sua auto-estima, podem demorar um pouco mais para se ajustarem no pós-operatório, uma vez que a recuperação da auto-imagem leva um certo tempo.

A instituição também alerta para as pessoas que não tem o perfil para a cirurgia, daí a importância de uma avaliação psicológica profissional. Pacientes em crise, como nas situações de divórcio, morte do cônjuge ou a perda do emprego podem, eventualmente, estar procurando atingir objetivos que transcendem o escopo de um procedimento cirúrgico.

Embora possam se beneficiar pela melhoria da auto-estima, tais situações não se resolvem apenas pela mudança da aparência e isso precisa ficar muito claramente estabelecido para o candidato à cirurgia.

Pacientes obcecados com mínimos defeitos, normalmente projetam na resolução destes, a cura para todos os seus males. Pessoas perfeccionistas podem ser bons candidatos para uma cirurgia, desde que tenham a maturidade e consciência de que os resultados podem não se enquadrar exatamente com o seu detalhismo.

Pacientes com desequilíbrios mentais, que apresentam comportamento paranóico ou depressivo, podem também ser candidatos inapropriados a uma cirurgia plástica. Nestes casos só se indicará o procedimento em conjunto com o psiquiatra, uma vez que se defina que as expectativas do paciente não estão relacionadas com a patologia.

Fonte - MBPress

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