Refit - mais uma arma contra a flacidez

Refit  mais uma arma contra a flacidez

Algumas mulheres sentem até calafrios quando tiram a roupa em frente ao espelho e se deparam com as indesejáveis estrias. Felizmente, clínicas pelos quatro cantos do Brasil volta e meia aparecem com novidades que prometem amenizar e muito as irritantes "ondinhas".

O mais novo tratamento chegou ao país em agosto deste ano e recebe o nome de Refit. Ele faz uso do Reaction, um equipamento que combina vácuo e a radiofrequência, esta capaz de atuar em quatro profundidades diferentes da pele. "É o único aparelho que possui esta tecnologia e consegue bons resultado em grandes quantidades de flacidez. Os demais atingem apenas uma profundidade", garante Ana Rosa, fisioterapeuta e especialista de produtos da Medpro, importadora do produto.

Ana explica que este tratamento promove o aquecimento das camadas da pele de forma muito confortável para o paciente e ajuda a ativar a produção de colágeno. Com isso, ocorre o efeito skin tightening, ou seja, a retração e sustentação da pele que está em excesso.

O Refit é recomendado para mulheres que perderam peso, seja por meio de reeducação alimentar ou cirurgia bariátrica, e que apresentam excesso de pele em qualquer região do corpo. E há contraindicações. "O procedimento não deve ser feito em pacientes portadoras de doenças sanguíneas, câncer ou recém-tratados", diz Ana Rosa. De qualquer forma, é necessária uma avaliação médica prévia para iniciar o procedimento.


O tratamento compreende de quatro a seis sessões, com duração de 20 minutos em cada região tratada, e intervalos de duas ou três semanas entre elas. Os resultados são percebidos gradativamente. Durante o procedimento não há necessidade de cuidados específicos. Tanto é que a paciente pode fazer atividade física após a sessão.

O valor médio do procedimento é de R$ 250 a R$ 450 por região do corpo. "Dependendo da resposta do paciente ao tratamento, a manutenção pode ser feita com uma sessão mensal ou a cada três meses", orienta a fisioterapeuta.

Por Juliana Falcão (MBPress)

Comente